
O conflito, lido ao minuto.
O Signal cruza quatro fontes (X, Telegram, imprensa internacional e o pulso noticioso mundial do GDELT) em várias línguas, e produz em segundos relatórios de inteligência verificados, prontos para a comunicação social e para analistas.
A informação existe. Falta a leitura.
Em cada crise, milhares de mensagens inundam o X e o Telegram em árabe, persa, hebraico, russo, ucraniano e inglês. Ninguém consegue ler tudo, separar o facto do rumor e perceber o que importa, a tempo.
Demasiadas fontes
Listas, canais e contas a publicar ao segundo, em línguas que poucos dominam.
Ruído a esconder o sinal
Propaganda, rumor e repetição misturados com os factos que decidem uma manchete.
O tempo joga contra
Quando a informação é verificada e traduzida à mão, já passou a janela que importava.
Quatro fontes. Uma só leitura.
O que mais ninguém junta na mesma análise: o tempo real do X, o terreno do Telegram, a imprensa verificada do mundo e o pulso noticioso global. Cruzadas, cada facto ganha contexto e fiabilidade.
Listas de contas no terreno, ao segundo.
Canais públicos dos teatros, em todas as línguas.
Reuters, AP, NYT, Al Jazeera e mais, por RSS.
Dezenas de milhares de fontes mundiais, agregadas.
O pico, antes de ser notícia.
O Signal mede a atenção mundial e o tom de cada conflito em tempo real, a partir de milhares de fontes. Quando a cobertura dispara, sabes que algo grave aconteceu, muitas vezes antes de chegar às tuas fontes.

Cobertura onde a crise está.
Cada teatro tem as suas listas, canais e língua. Novos teatros entram a pedido.
Outro teatro? Falamos com a tua equipa.
A próxima crise não vai esperar.
Entra no Signal e tem a primeira leitura antes de todos.
Entrar na sala de monitorização